quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

O mundo reconhece o sucesso; Deus reconhece a fidelidade

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

O QUE FAZER EM 2010

“…Mas uma cousa faço: esquecendo-me das cousas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.” Filipenses 3:13,14

A chegada do Ano Novo traz para nós, muitas expectativas e esperanças de um tempo futuro melhor. As pessoas se cumprimentam desejando um feliz e PRÓSPERO ANO NOVO…Todos querem ter um ano melhor!

Acho que Ano Novo, é ocasião oportuna para que a gente possa falar de mudanças em várias áreas de nossas vidas.


Não fique pensado apenas no passado

“…mas, uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam…” – v.13


É para frente que se anda

“… e avançando para as coisas que estão diante de mim….” v.13

Seja determinado, e tenha alvos nítidos

“…prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus…” v.14

Pense mais sobre que você poderá fazer para melhorar a sua qualidade de vida, hoje com relação a Deus, a sua família e a Igreja. Valorize o seu tempo! Este pode ser o ANO DA VITÕRIA.

ENTREGA O TEU 2010 AO SENHOR CONFIA NELE E O MAIS ELE FARÁ!!!

DEUS JA ESTA EM 2010

Ainda antes que houvesse dia, EU SOU; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; agindo eu, quem o impedirá?" Isaías 43:13

Pensamento: Deus é aquele que tem a soberania sobre tudo, porque Ele é o Senhor de tudo; o que era e o que é, e o que há de vir. Soberania é domínio de tudo e de todos, Sua vontade esta acima de todas as coisas. Deus é soberano e reina absoluto desde antes da fundação do mundo. Sem esta soberania, Ele não poderia executar toda a sua vontade, e isto Ele fará sem impedimento algum por toda a eternidade, afinal, agindo Ele, quem o impedirá?

Oração: Senhor Deus, que maravilhoso e que magnífico é ter um Deus soberano. Não há ninguém que possa assemelhar-se ao Senhor. O Senhor é o único que pode anunciar o fim desde o princípio, e desde a antiguidade as coisas que ainda não sucederam. O Senhor nos chamou para sermos Seus filhos, e tem cumprido e executado o seu propósito soberano. Obrigado Senhor, pois Tu és o único Deus soberano e verdadeiro. A Ti seja a glória, a honra, o louvor e a adoração pelos séculos dos séculos. Em nome de Jesus, amém.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

DEVOCIONAL DIARIO

Mas o que, para mim, era lucro, isto considerei perda por causa de Cristo. Sim, deveras considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; por amor do qual perdi todas as coisas e as considero como refugo, para ganhar a Cristo." Filipenses 3:7-8

Pensamento: Realmente, nada pode nos satisfazer, absolutamente nada, a não ser o sublime amor de Jesus Cristo. A sua maravilhosa graça preenche todo o nosso ser. O seu conhecimento é o mais altos de todos os conhecimentos. O seu ensino é de um poder imenso, cura o corpo e o espírito e garante a felicidade eterna. Não existe uma doutrina do amor tão eficaz no mundo para a vida eterna, como a de Jesus nosso Senhor. Esse amor tem mudado a nossa vida e por isso temos razões de sobra para tê-lo como mestre e Senhor das nossas almas, e assim como o Apóstolo Paulo, podemos dizer que todas as outras coisas deste mundo se tornaram desnecessárias.

Oração: Senhor Deus, esta palavra é exatamente o que eu estava precisando !!! Eu entendo que a felicidade que eu tanto procuro, não está nas coisas deste mundo que são passageiras, pois o que preenche mesmo a minha alma é o precioso amor de Jesus, e a vida eterna que Ele me trouxe juntamente com a esperança e a certeza da vitória e da salvação. Eu oro em nome de Jesus. Amém.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

DEVOCIONAL DIARIO

Agora, pois, SENHOR, que espero eu? A minha esperança está em ti." Salmos 39:7

Pensamento: Não há ninguém em quem possamos esperar com tanta certeza de ajuda, como no Deus do Céu, o Senhor da vida. Na verdade, Ele é o Único Senhor que não muda. Mudarão os céus e a terra, o mar e tudo o que nele há, mas a Palavra, o Verbo de Deus, jamais mudará! Permanece igual a Si mesmo para sempre, portanto, podemos confiar na Sua Pessoa.

Oração: Senhor Deus a minha alma confia somente em Ti! A minha esperança está no Senhor que fez os céus e a terra! Obrigado Pai pela alegria da salvação, a esperança da vida eterna. Eu oro em nome de Jesus. Amém.

A DEFESA DO APOSTOLADO DE PAULO

Texto Áureo: II Co. 1.5 - Leitura Bíblica em Classe: II Co. 1.12-14; 10.4,5 Objetivo: Mostrar que apesar dos dissabores e angústias da jornada cristã, jamais faltará a consoladora presença do Espírito Santo.

INTRODUÇÃO
Neste trimestre estudaremos a II Epístola de Paulo aos crentes de Corinto. Na primeira aula trataremos a respeito dos aspectos gerais dessa Carta. Em especial, contextualizaremos a cidade nos tempos do Apóstolo, a autoria, os objetivos, a data e a estrutura da Epístola, e ao final, apontaremos algumas lições que essa epístola nos trarão nas aulas seguintes.

1. A CIDADE DE CORINTO NOS TEMPOS DE PAULO
A cidade de Corinto nos tempos de Paulo situava-se no estreito istmo que ligava o Peloponeso ao território continental da antiga Grécia. Essa cidade foi construída sobre uma plataforma trapezoidal, com cerca de cinco quilômetros e meio a sudoeste da Corinto atual, ao pé de uma colina rochosa conhecida como Acrocorinto. Tal colina se levanta à altura de quase mil metros acima do nível do mar e abrange toda a paisagem ao redor. Essa cidade ficava no cruzamento de duas importantes rotas comerciais. A primeira era a que dava a volta pelo istmo, entre a Ática e o Peloponeso; a segunda, cortava o istmo, indo de Lecaion até Cencréia. A posição geográfica privilegiada de Corinto favoreceu o enriquecimento à custa dos impostos cobrados pela movimentação de mercadorias. Além da importância comercial, Corinto era reconhecida também pelos jogos realizados a cada dois anos e que atraiam muitas pessoas. No local havia um templo construído para a adoração a Afrodite no qual os transeuntes gastavam seu dinheiro com as prostitutas cultuais. Nos tempos do Apóstolo essa cidade estava debaixo do controle romano, ainda que tivesse características cosmopolitas em virtude da presença de pessoas dos diversos lugares que para lá se dirigiam em busca de enriquecimento. Paulo ministrou naquela cidade no período em que Cláudio era o imperador e permeneceu no local pelo período de dezoito meses, por ocasião da sua segunda viagem missionária (At. 18).

2. A II EPÍSTOLA AOS CORÍNTIOS: AUTORIA, DATA, OBJETIVO E ORGANIZAÇÃO
A autoria dessa Epístola aos Coríntios está explicitada em sua abertura: “Paulo, apóstolo de Jesus Cristo” (II Co. 1.1), além dos testemunhos históricos de Irineu, Atenágoras, Clemente de Alexandria e Tertuliano, todos do Século II. Essa é a carta mais autobiográfica do Apóstolo dos Gentios. Paulo enviara Timoteo a Corinto para levar a primeira Carta e regularizar as situações adversas na igreja daquela cidade (I Co. 4.17). Como a viagem de Timóteo não surtiu o efeito desejado, o próprio Apóstolo se encarrega de fazer uma viagem para Corinto (II Co. 12.14; 13.1). Mesmo assim, o resultado da viagem não foi satisfatório (II Co. 2.5; 7.12). Ao invés de chegar a um consenso em relação aos problemas da igreja, Paulo é rejeitado por alguns crentes de Corinto. Tais pessoas acusam-no de leviandade (II Co. 1.15), de não ter carta de recomendação (II Co. 3.1), de dar motivo de escândalo (II Co. 5.11; 6.3-4); de se beneficiar pessoalmente das ofertas (II Co. 7.2; 12.16), de usar sua oratória em benefício pessoal (II Co. 10.10; 11.6), questionam especificamente o apostolado de Paulo. Esse é justamente o objetivo de Paulo nessa Epístola: a defesa do seu apostolado. O versículo-chave que expressa esse intento se encontra em II Co. 4.7: “Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus como Senhor, e a nós mesmos como vossos servos por amor de Jesus Cristo”. Essa Carta provavelmente foi levada por Tito (II Co. 8.16), o qual deveria também ajudar a igreja a coletar uma oferta para os irmãos necessitados de Jerusalém. Essa Epístola, escrita provavelmente no ano 56 d. C., da Macedônia, está assim dividida: 1) Saudação e ação de graça (1.1-11); 2) A defesa de Paulo em sua relação com o evangelho (1.12-7.16); 3) A contribuição para os crentes necessitados de Jerusalém (8,9); e 4) Os detratores de Paulo na igreja de Corinto (10.1-13.10). A palavra-chave da Epístola é “consolo”, pois começa (II Co. 1.3) e com ela (II Co. 13.11). O verbo “consolar” - parakaleo - em grego, aparece dezoito vezes e o substantivo - paraklesis - “consolação”, onze vezes.

3. LIÇÕES A PARTIR DA II EPÍSTOLA AOS CORINTIOS
Ao longo do trimestre estudaremos a respeito de vários assuntos que tratarão a respeito dos seguintes aspectos da II Epístola de Paulo aos Coríntios: - o consolo de Deus em meio à aflição: as aflições nos ensinam a lidar com as circunstâncias e a depender de Deus; - a glória do ministério de Cristo: a glória do ministério cristão está na simplicidade e sinceridade com que se prega o evangelho e na salvação dos fiéis; - a glória das duas alianças: a glória da antiga aliança desvaneceu ante a glória superior da Aliança revelada em Cristo Jesus; - tesouro em vaso de barro: embora sejamos frágeis, Deus nos usa para proclamar as boas novas e dá-nos poder para realizarmos sua obra; - o ministério da reconciliação: consiste na proclamação da obra expiatória do Senhor Jesus Cristo; - Paulo, um modelo de líder-servo: não age egoisticamente, antes serve ao povo de Deus com o espírito voluntário e solícito; - Exortação à santificação: através de uma vida santificada e pura o crente dedica-se ao serviço de Cristo; - o princípio bíblico da generosidade: esse princípio deva fazer parte da atitude do crente que deverá faze-lo com alegria, pela graça de Deus; - A defesa da autoridade apostólica de Paulo: sem a autoridade espiritual recebida por Deus, o obreiro não pode desempenhar o ministério de Cristo com eficácia; - Características de um autêntico líder: a liderança cristã autêntica tem por objetivo maior servir a Deus e à igreja do Senhor; - Visões e revelações do Senhor: as experiências espirituais são importantes, mas não devem ser o requisito primário para o ministério cristão; - solenes advertências pastorais: uma das responsabilidades do pastor é a disciplina da igreja, mas essa deva ser feita com amor, a fim de que os membros do corpo se desenvolvam com saúde espiritual.

CONCLUSÃO
Nesta primeira aula destacamos alguns aspectos gerais da II Epístola de Paulo aos Coríntios, bem como os tópicos que serão estudados ao longo do trimestre. Esse estudo nos chega em momento propício, haja vista os equívocos atuais no ministério cristão, dentre eles destacamos: a profissionalização do pastorado, apostolado e bispado; o espírito torpe da ganância pelo dinheiro travestido de benção de prosperidade; e expansão do triunfalismo que se sobrepuja à cruz de Cristo. Oremos para que essas lições, tal como a bússula que norteia o navegador, conduzam os obreiros de Deus, especialmente os mais jovens, a fim de atentaram para o sentido real do ministério cristão.

sábado, 28 de novembro de 2009

A RESTAURAÇÃO ESPIRITUAL DE DAVI

Lição 9
A restauração espiritual de Davi

TEXTO ÁUREO
"Então, disse Davi a Natã: Pequei contra o SENHOR. E disse Natã a Davi: Também o SENHOR te traspassou o teu pecado; não morrerás" (2 Sm 12.13).

VERDADE PRÁTICA
O caminho da restauração passa pelo arrependimento e confissão do erro cometido e abandono da prática.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Salmos 51.1-4,7-12,17


INTRODUÇÃO

O crente não esta imune ao pecado e infelizmente muitos caem, pecam, como no caso de Davi.O relacionamento pecaminoso de Davi com Bate-Seba foi rápido, mas as suas conseqüências foram duradouras. Uma prova disto e que falamos do fato ainda hoje.
Por que pecamos?

1) QUESTÃO DE NATUREZA - O homem nasce pecador (Sl 51.5/Rm 3.23/Ef 2.1-3/ 1 Jo 1.8)

2) FALTA DE VIGILÂNCIA – Mt 26.41/ 1Pe 5.8 .Precisamos estar atentos, pois a tentação pode surgir a qualquer momento.

3) FALTA DE CONFRONTAÇÃO – Gn 39.7-12 José não cedeu, confrontou e depois fugiu, por isso sua memória permanece pura, imaculada.

O pecado pode parecer prazeroso na hora, mas suas conseqüências são amargas .

“ O salário do pecado e a morte,...” Rm 6.23. Até ser confrontado pelo profeta, ele agiu à semelhança dos nossos primeiros pais, que também tentaram ocultar seus pecados (Gn 3.1-13).Davi escondeu seus pecados por pelo menos um ano. 3 perigos : a) tentar justificar , afinal todo mundo peca; b) esconder, acobertar ;C)Não confessar, continuar no pecado. Deus deu a Davi tempo para corrigir seus erros mas ele não o fez. Todavia, uma vida de pecados ocultos apenas prolonga o sofrimento de quem os comete, já que de Deus ninguém consegue esconder nada.Sl 32.3,4; Sl 51.2,3,4,8,12,14 . O pecado afeta nossa relação com Deus. Por certo, Davi só obteve paz espiritual após dizer a frase que resume a atitude de um pecador arrependido: "Pequei contra o Senhor" (2 Sm 12.13).

I. A RESTAURAÇÃO E A PALAVRA DE DEUS

1. Davi e a Palavra de Deus. Davi certamente era um homem que amava a Palavra de Deus. Entretanto, podemos afirmar com segurança que no momento de sua queda espiritual ele estava longe da lei divina. O mais simples é entendermos que Davi se tornara um crente com uma vida devocional pobre, e que, por isso, não percebera sua fragilidade nem tampouco a cilada de Satanás.

2. O cristão e a Palavra de Deus. encontramos várias atitudes que o cristão deve tomar em relação à Palavra de Deus, a fim de que não venha tropeçar . O crente necessita ouvir a Palavra, recebê-la e também nela meditar (Sl 1.2). Precisamos ter prazer nela, meditar nela dia e noite, fazer dela sua regra de fé, vida e conduta (Tg 1.21,22)A Palavra precisa ser aceita e acolhida por nossas mentes e corações. Quantos tropeçam porque não recebem aquilo que Deus está a lhes falar? Armar-se com a Palavra é outra atitude fundamental para não fracassar (Ef 6.17). Contudo, o que adianta armar-se com a Palavra ou estar cheio dela se não soubermos como usá-la? É preciso manejar bem a Palavra da verdade (2 Tm 2.15).
Quanto mais nos aproximamos de Deus através da comunhão, mais distantes ficamos do pecado e das concupiscências da carne. Porém o inverso também é verdadeiro. Isto é lei
II. A RESTAURAÇÃO E A INFLUÊNCIA DE FATORES EXTERNOS EM NOSSAS DECISÕES

1. A influência do meio. Embora não sirva de desculpa, não há como negar que Davi se deixou influenciar pelo meio no qual vivia. Na cultura do Antigo Oriente os reis eram quase semi-deuses, podendo exercer um poder absoluto e ter praticamente tudo o que queriam. Essa influência do meio fez com que ele desejasse e possuísse Bate-Seba, sem se dar conta do grande mal que estava praticando.
Paulo nos previne: “não vos conformeis com este mundo”, nossa atitude de inconformismo com o mundo vai muito além dos comportamentos e costumes. Influenciar o meio é nossa missão precípua, o bom testemunho, o bom serviço cristão, o amor de serviço (ágape) são meios para influenciarmos e ganharmos almas para o reino. Infelizmente, muitas vezes, nós é que somos influenciados pelo meio e não entendemos o que significa ser cristão hoje, nesse momento. “Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra; Porque já estais mortos, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus. Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então também vós vos manifestareis com ele em glória. Mortificai, pois, os vossos membros, que estão sobre a terra: a prostituição, a impureza, o apetite desordenado, a vil concupiscência, e a avareza, que é idolatria; Pelas quais coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência” (Colossenses 3.1-6).
Os transformados por Deus vivem agora para a glória d’Ele, são luzeiros na escuridão, escaparam do meio corrupto e de ética volúvel.
Viver em meio à corrupção e não ser alcançado por ela, viver entre os impetuosos defensores daquilo que é contrario à nossa fé e cercados por um mar revolto de corrupção sem abrir mão dos princípios da fé, é o desafio para nós, cristãos de hoje, a fidelidade é a nossa marca, fidelidade à sã doutrina e aos princípios régios da Reforma. É possível ser um cristão íntegro no meio dessa geração corrompida e má.

2. Nossa responsabilidade moral. a Escritura coloca sobre nós toda a responsabilidade pelas decisões que tomamos.
É bom sabermos que, como agentes morais livres, somos responsáveis por nossas ações ou decisões. Não é possível nenhum processo de restauração quando desconsideramos esse fato. Por que Davi caiu? Por que Pedro negou a Jesus? Por que Judas o traiu? Em todos os casos, de quem era a culpa? Deus pode ser responsabilizado pelas ações desses homens? Algum deles foi predestinado a cometer tal ato? Em todos esses casos, quer estivessem motivados por agentes da tentação externos, quer não, a Escritura põe a responsabilidade desses atos sobre cada um deles. A culpa foi de Davi, a culpa foi de Pedro, a culpa foi de Judas. A culpa é nossa. É por isso que, para ser restaurado, Davi exclamou: "Porque eu conheço as minhas transgressões; e o meu pecado está sempre diante de mim" (Sl 51.3).

CONCLUSÃO
A restauração, sob o ponto de vista humano, é a arte de se colocar contritamente nas mãos do divino Oleiro para que ele refaça o vaso quebrado e lhe dê novamente a forma e a beleza anteriores, depois de qualquer escorregão e queda ou de qualquer escândalo e desastre de natureza moral e religiosa. Davi humilhou-se e foi restaurado. Nós, a exemplo de Davi, não temos porque viver sob o domínio do pecado, uma vez que a Escritura assegura-nos de que o sangue de Jesus quebrou esse domínio e tem poder para nos purificar totalmente dele (Rm 6.14; 1 Jo 1.7,9). Um espírito quebrantado e um coração contrito são os sacrifícios exigidos para essa restauração, Deus não nos rejeitará por causa da sua infinita misericórdia, compaixão e graça, que são prometidos a todo aquele que se encontra esmagado, oprimido e desmoralizado pelo pecado e pelos poderes satânicos. Se confessarmos nossa culpa e reconhecermos nossas faltas, Deus será fiel a nós, será justo conosco, perdoará nossos pecados e purificar-nos-á de toda injustiça.