sábado, 24 de julho de 2010

LIÇAO 04 - PROFECIA E MISTICISMO

Lição 04 - PROFECIA E MISTICISMO
Leitura Bíblica em Classe (Dt 13.1-5/18.10-12)
Q.v.(1João 4.1-6; Jeremias 23.9-33.)



Introdução

O homem por ser tanto matéria como espírito/alma tem fascinação pela religião, pelo sobrenatural e por aquilo que esta alem de sua compreensão.( OBS: Reproduzimos aqui importante análise a respeito disto por parte do PE. Antonio Vieira, o maior orador sacro em língua portuguesa em sua obra História do futuro: ―…Como é inclinação natural no homem apetecer o proibido e anelar ao negado, sempre o apetite e curiosidade humana está batendo às portas deste segredo, ignorando sem moléstia muitas cousas das que são, e afetando impaciente a ciência das que hão de ser. Por este meio veio o Demônio a conseguir que o homem lhe desse falsamente a divindade, que o mesmo demônio com igual falsidade lhe tinha prometido. E senão, pergunto: Quem foi o que introduziu no Mundo, sem algum medo, mas antes com aplauso, a adoração do Demônio? Quem fez que fosse tão freqüentado e consultado o ídolo de Apolo em Delfos? O de Júpiter em Babilônia? O de Juno em Cartago? O de Vênus no Egito? O de Dafne em Antioquia? O de Orfeu em Lesbo? O de Fauno em Itália? O de Hércules em Espanha, e infinitos outros em muitas partes? Não há dúvida que o desejo insaciável que os homens sempre tiveram de saber os futuros, e a falsa opinião dos oráculos com que o Demônio respondia naquelas estátuas, foram os que todo este culto lhe granjearam, sendo certo que, se Deus, vindo ao Mundo, não emudecera (como emudeceu) os oráculos da Gentilidade, grande parte do que hoje é fé, fora ainda idolatria. Tão mal sofreram os homens que Deus reservasse para si a ciência dos futuros, que chegaram a dar às pedras a divindade própria de Deus, só porque Deus fizera própria da divindade esta ciência: antes queriam uma estátua que lhes dissesse os futuros, que um Deus que lhos encobria. Mas que direi das ciências ou ignorâncias das artes ou superstições que os homens inventaram desde a terra até o céu, levados deste apetite? Sobre os quatro elementos assentaram quatro artes de adivinhar os futuros, que tomaram os nomes dos seus próprios sujeitos: agromancia, que ensina a adivinhar pelas cousas da terra; a hidromancia, pelas da água; a aeromancia, pelas do ar, e a piromancia, pelas do fogo. Tão cegos seus autores no apetite vão daquela curiosidade, que, tendo-se perdido na terra os vestígios de tantas cousas passadas, cuidaram que na água, no ar e no fogo os podiam achar das futuras. No mesmo homem descobriram os homens dois livros sempre abertos e patentes, em que lessem ou soletrassem esta ciência. A fisionomia, nas feições do rosto; a quiromancia, nas raias da mão. Em um mapa tão pequeno, tão plano e tão liso como a palma da mão de um homem, inventaram os quiromantes não só linhas e caracteres distintos, senão montes levantados e divididos, e ali descrita a ordem e sucessão da vida e casos dela, os
anos, as doenças e os perigos, os casamentos, as guerras, as dignidades, e todos os outros futuros prósperos ou adversos; arte certamente merecedora de ser verdadeira pois punha a nossa fortuna nas nossas mãos. Deixo a astrologia judiciária, tão celebrada no nascimento dos príncipes, em que os genetlíacos, sobre o fundamento de uma só hora ou instante da vida, levantam ou figura ou testemunhos a todos os Sucessos dela. Nem quero falar na triste e funesta nicromancia, que, freqüentando os cemitérios e sepulturas no mais escuro e secreto da noite, invoca com deprecações e conjuros as almas dos mortos para saber os futuros dos vivos. A este fim excogitaram tantos gêneros de sortilégios, como se na contingência da sorte se houvesse de achar a certeza; a este fim observaram os sonhos como se soubesse mais um homem dormindo do que sabia acordado; a este sentido consultavam as entranhas palpitantes dos animais, como se um bruto morto pudesse ensinar a tantos homens vivos. Com o mesmo apetite pediam respostas às fontes, aos rios, aos bosques e às penhas; com o mesmo inquiriam os cantos e vôos das aves, os mugidos dos animais, as folhas e movimentos das árvores, com o mesmo interpretavam os números, os nomes e as letras, os dias e os fumos, as sombras e as cores e não havia cousa tão baixa e tão miúda por onde os homens não imaginassem que podiam alcançar aquele segredo que Deus não quis que eles soubessem. O ranger da porta, o estalar do vidro, o cintilar da candeia, o topar do pé, o sacudir dos sapatos, tudo notavam como avisos da Providencia e temiam como presságios do futuro. Falo da cegueira e desatino dos tempos passados, por não envergonhar a nobreza da nossa Fé com a superstição dos presentes. …‖) A religiosidade está pautada no misticismo .Daí o sucesso do tema. Paulo Coelho, o mago ou bruxo vende milhões de livro em todo o mundo. Filmes cujo tema e exorcismo, satanismo, magia, atividades paranormais, são campeões de bilheteria (O exorcista, Harry Poter e a saga crepúsculo). Na bíblia esse fascínio começou cedo com a edificação da torre de Babel(Gn 11) e pode ser visto na sociedade politeísta de Ur e nas artes mágicas dos egípcios(Gn 41.8,15).Tal fascínio, busca e envolvimento e perigoso, pois o que se diz e pensa ser de Deus tem na sua maioria outro tipo de fonte(Ef 6.12). O que a mídia e outros setores de comunicação entendem por misticismo,espiritualidade é uma rede de conceitos completamente frontal aos princípios estabelecidos pela Palavra de Deus. A palavra ―misticismo, na verdade, foi utilizada, pela primeira vez, por um escritor cristão, o monge Dionísio Pseudo-Areopagita, que viveu no século V, que usou a palavra para descrever uma espécie de teologia em que se buscava conhecer a Deus menos pela razão e mais por uma experiência pessoal, que superasse os limites da razão e alcançasse a transcendência divina, significado este que está um tanto quanto longe do usado na atualidade e que é o empregado neste estudo.
Aurélio: Misticismo: 1. Crença ou doutrina religiosa dos místicos; 2. Disposição para crer no sobrenatural. Místico: 1. Misterioso e espiritualmente alegórico ou figurado. 2. Relativo à vida espiritual e contemplativa; 3. Religioso; 4. Aquele que procura atingir o estado extático de união direta com a divindade.
Misticismo: Conjunto de normas e práticas que tem por objetivo alcançar uma comunhão direta com Deus. O problema que os místicos sempre exaltam a experiência em detrimento a Palavra. É a atitude da pessoa que deposita sua confiança em algo que não existe, ou, mesmo que exista, é ineficaz. Exemplos: orixás, iemanjá, ninfas, duendes, ídolos, amuletos, simpatias, água benta, óleo ungido, galho de arruda e sal grosso. De pronto, vemos que o misticismo é a completa inversão daquilo que representa a atividade profética. Na profecia, como temos visto, Deus, dentro de Seu infinito amor, misericórdia e desejo de estabelecer uma comunhão com o homem, fala ao ser humano, através do profeta, revelando-lhe a Sua vontade, trazendo-lhe mensagens, inclusive sobre o futuro. No misticismo, é o homem que, por sua própria conta e risco, acha ter condições de atingir o nível divino, de entrar em contato diretamente com Deus, por meio de sua suposta capacidade e habilidade, independentemente de estar, ou não, em comunhão com o Senhor.

Nesta lição nos ocuparemos das manifestações místicas na bíblia, principalmente no A.T..
O misticismo não existe só fora da igreja esta presente bem mais do que se pensa.
Em resposta a essa realidade, estudaremos, na lição de hoje, esse fenômeno a partir de uma perspectiva bíblica, e, ao final, defenderemos a espiritualidade cristã, pautada na Palavra e no Espírito, e não na mera experiência, como princípio bíblico.

I. AVALIAÇÃO DA PROFECIA
1-OS EMBUSTEIROS (Dt 13.1-3) – Temos verdadeiros e falsos profetas(Embusteiro = impostor, imitador). O falso profeta e capaz de predizer, operar sinais e prodígios, contudo isso não garante que seu ministério seja de origem divina. “O diabo e um grande imitador”.(Martinho Lutero) 2 Co11.14
MT 24.24; AP 13.11-15. O poder do diabo não pode ser negado nem desprezado
(Jô 1.10-12/ Dn 10.5,12,13 / MT 4.1.11)
2 –COMO IDENTIFICAR A FONTE DO MILAGRE


3- DEUS USA O FALSO PROFETA PARA PROVAR OS SEUS SERVOS
DEUS permite que essas coisas aconteçam para nos provar e alertar.
1Rs 13.7-10;14-24
Mt16.22,23. Isto e ainda mais valido para os dias de hoje com tantos inovadores, milagreiros, falsos cristos e pregadores de “outro Jesus, outro espírito e outro evangelho”( 2Co 11.4)
Não são os sinais que autenticam o profeta mas sua mensagem em consonância com as Escrituras e seu estilo de vida.
REFLEXÃO : “ Na Biblia, Deus nos diz tudo que precisamos saber sobre o que vai acontecer “.

II. PRÁTICAS DIVINATÓRIAS(Relativo a adivinhação)
1- AS ABOMINAVEIS PRATICAS DIVINATORIAS
Dt 18.9-11.
Antes de Moisés anunciar a promessa de Deus sobre o estabelecimento do ministério profético em Israel (Dt 15.15-22), Deus advertiu o povo para que ninguém se envolvesse com práticas divinatórias e enumerou algumas delas, dizendo serem parte de culto pagão dos cananeus[2]. Em Deuteronômio 15 é evidente que as práticas divinatórias estão relacionadas com a crença de vários deuses e a ação que constitui o estabelecimento do fenômeno religioso do povo pagão primitivo.
Essas praticas malignas antigas chegaram ate nos. Magia, astrologia, alquimia, clarevidencia, tarô, búzios, quiromancia, necromancia, numerologia, levitação, transe. São praticas demoníacas e idolatras com outros nomes.
Ao estudar a função do profeta, entendemos que seu objetivo nunca foi adivinhar o futuro ou praticar a adivinhação em qualquer esfera. O profeta atuava para atender as reais necessidades do povo como o mensageiro de Deus. Portanto, o conceito de profeta como adivinhador do futuro é completamente impossível pela Escritura. Esperar que o profeta esteja disponível para adivinhar o porvir é abominação aos olhos de Deus!


ADIVINHADOR,PROGNOSTICADOR,AGOUREIRO,FEITICEIRO,ENCANTA DOR,NECROMANTE E MAGICO.

· Adivinhador – É o que pratica adivinhação e feitiçaria.

· Agoureiro – Significa fazer agouros pela nuvem. Mas o seu sentido pode ser ampliado para “observar os tempos, praticar adivinhação, espiritismo, magia, bruxaria e encantamento.

· Feiticeiro – Fazer encantamento, adivinhação, presságio, feitiçaria, agouro.

· Encantador de encantamentos – Unir, dar um nó mágico. Manipulação de determinados “poderes sobrenaturais”.

· Consultor de espírito adivinhante – A expressão significa médium, espírito, espírito de mortos, necromante e mágico. A expressão “quem consulte os mortos” é literalmente usada para indicar a necromancia. O necromante é aquele que faz adivinhação por meio de consulta aos mortos, ou seja, é a prática mediúnica. A palavra grega para necromante é nekuomanteia cujo significado é “necromancia, adivinhação por meio da evocação dos mortos”.

· Mágico – É o agoureiro, adivinhos.[1]

2- BRUXO E BRUXARIA


Como conhecer a vontade de deus :
1) ler a bíblia
2) Oração
3) Conversas com o Pastor(Líder)
4) Estar presente aos cultos

III. A NECESSIDADE DA PROFECIA BÍBLICA
1- A VOZ DE DEUS NA TERRA
Apesar da queda, Deus não deixou de se comunicar com o homem
2- REVELAÇÃO DOS ARCANOS DIVINOS
2 Pe 1.19
3- CONTRASTE ENTRE A VERDADEIRA PROFECIA E AS PRATICAS PAGÃS.

Sabemos que o Brasil está mergulhado nos mais profundo ocultismo. Mas o que espanta, é esse mal imperar em certos arraiais evangélicos na forma de “experiências espirituais”. Fotos, rosas ungidas, sal grosso, rodopios “espirituais” e etc., envergonham o Evangelho pisando no sacrifício de Cristo e expondo uma grande parte do povo evangélico brasileiro ao ridículo. Em reuniões que acontecem tais manifestações, o que vemos, é uma série de manifestações e expressões que em nada lembrar o verdadeiro poder de Deus. MISTICISMO MODERNO: O problema é que quase sempre, os místicos são induzidos a prescindir da Bíblia e se basear apenas em suas experiências. Este é um dos grandes problemas dos neopentecostais, pois eles colocam suas experiências acima da Bíblia e dão a ela uma interpretação particular fora dos recursos hermenêuticos. O Misticismo neopentecostalista é a mistura de figuras, objetos e símbolos para representarem elementos espirituais. Eles tomam figuras do Antigo e Novo Testamento e as espiritualizam, transformando-as em "proteções" semelhantes às usadas pelas magias pagãs. E deste ato aparecem crentes com fitinhas no braço, com medalhas de símbolos bíblicos, ungindo portas e janelas com azeite, colocando sal ao redor da casa para impedir a entrada de maus espíritos; outros bebem copos de água abençoada, usam óleos consagrados em Jerusalém, guardam gravetos que misteriosamente aparecem brilhando nos montes, ungem roupas para libertar as pessoas e etc. As magias pagãs estabelecem como pontos de contatos objetos tais como amuletos, talismãs, patuás, cristais, pedras e coisas para "proteção". O problema é que tais pessoas acabam baseando sua fé em objetos. Estamos vendo novamente a famigerada doutrina a dade Média das indulgências, só que agora no meio evangélico. A bênção é comprada. Quando mais dá, mais bênção...


ESPIRITUALIDADE CRISTÃ SIM, MISTICISMO NÃOO misticismo não é algo novo, mas remendo novo em pano velho. Ele sempre foi praticado na história da religiosidade humana. Na verdade, misticismo e religiosidade andam de braços dados, é como se fossem os dois lados da mesma moeda. O misticismo não se adequa à verdade bíblica, justamente por isso, foge dela, não dá a mínima atenção a estudos bíblicos. As práticas místicas estão respaldas na mera experiência humana. Onde há misticismo, não existe leitura criteriosa da Bíblia. O mais vergonhoso é perceber que no contexto evangélico moderno, os ritos místicos estão substituindo a leitura bíblica e a oração. A comunidade evangélica está repleta de superstições e amuletos. Penso que se os apóstolos e reformadores testemunhassem algumas atitudes de determinadas igrejas pretensamente cristãs ficariam escandalizados. Está na hora de resgatamos a genuína espiritualidade cristã. E essa não se fundamenta na mera subjetividade humana, de quem quer que seja: homens ou anjos (Gl. 1.7-9), mas na pregação comprometida da Palavra de Deus, na oração fervorosa no Espírito e na comunhão na igreja vivida em amor. Uma espiritualidade que não leva em conta a ortodoxia, isto é, a apropriada leitura e interpretação da Bíblia, os momentos de devoção fundamentados na Sagrada Escritura, não passa de misticismo. E não importa onde aconteça, seja dentro ou fora dos arraias evangélicos. A espiritualidade verdadeiramente cristã não se confunde com o misticismo, pois essa, além de partir da revelação de Deus, se concretiza em atitudes condizentes com o fruto do Espírito (Gl. 5.22).




Com a direção fidedigna do E.Santo, das Escrituras e da igreja, não precisamos voltar-nos para fontes ocultas, a fim de obter informações, especialmente porque o que vêm destas fontes e engano. Primeiro a Bíblia, depois a fé e depois a experiência.



CONCLUSÃO
A igreja do Senhor, em resposta a essa carência, precisa assumir uma voz verdadeiramente profética. A enunciação da igreja deva ter como mote o “assim diz o Senhor”, não o “assim digo eu ou qualquer outra entidade”. Para tanto, faz-se necessário que essa busque o caminho da genuína espiritualidade, fundamentada tanto na Palavra quanto no Espírito de Deus.













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"Fiz uma aliança com Deus: que Ele não me mande visões, nem sonhos, nem mesmo anjos. Estou satisfeito com o dom das Escrituras Sagradas, que me dão instrução abundante e tudo o que preciso conhecer tanto para esta vida quanto para o que há de vir." (Martinho Lutero)








sexta-feira, 2 de julho de 2010

MINISTERIO PROFETICO

O MINISTERIO PROFETICO NO A.T

Vamos iniciar um novo trimestre em Lições Bíblicas. O tema desse trimestre é “O Ministério Profético na Bíblia, A voz de Deus na Terra”. O objetivo principal desse tema é percorrer toda a Bíblia a fim de descortinar os desdobramentos e implicações do ministério profético nela. E urgente que a Igreja esteja pronta a conhecer, compreender e discernir quem, de fato, é verdadeiro profeta.

VERDADE PRATICA

Os profetas ouviam Deus, Os profetas falavam com Deus e os profetas falavam de Deus ao povo.


INTRODUÇAO

Os profetas do AT eram homens de Deus que, espiritualmente, achavam-se muito acima de seus contemporâneos. Os profetas foram pessoas usadas por Deus para instruir seu povo.Eram porta-vozes de Deus, tornaram-se o canal de comunicação entre Deus e os homens, e a sua missão era levar a verdadeira mensagem.
Jesus e os apóstolos reconheceram sua importância, autoridade e inspiração fazendo-lhes referencia e citando sua profecias.
E bom ressaltar que os profetas morreram não sua mensagem, pois esta transcendeu seu tempo e continua a falar-nos e cumprir-se.
E importante compreender o ministério profético, que levou o Senhor a escolher uma grande quantidade de homens, em tempos determinados, para a expressão maior da presença divina, a profecia.
O termo profeta aparece já pela primeira vez em Gn 20.7.

I – O INICIO DO MINISTERIO DOS PROFETAS

O ministério de profeta tem seu início em Moisés com a manifestação clara do exercício profético no arraial israelita (Nm 11.25,26). A concepção da instituição divina de ministério profético é ratificada em Deuteronômio 18.9-22, onde a contraposição entre profeta e prognosticadores (encantadores, mágico, etc.) é feita com a promessa do surgimento do grande profeta em Israel (vv. 15-22): Jesus Cristo (At 7.37,38).

Moises foi sem duvida o grande profeta ( Dt 34.10).Ele prefigurava o maior de todos os profetas, Jesus (Dt 18.15/ Hb 3.1-6).

3- TOMARA QUE TODO O POVO DO SENHOR FOSSE PROFETA “(NM 11.29)
(Compare com 1 Co 14.1-5)
Qualquer um podia ser profeta, desde que fosse vocacionado por Deus.
A iniciativa da chamada para o ministério profético depende exclusivamente da vontade divina, (Ex 3.1-4,17; cf. Is 6; Jr 1.4-19). O objetivo do profeta no Antigo Testamento era anunciar a Palavra verdadeira da parte de Deus.

II – O PROFETA
1 O SIGNIFICADO
Ex 4.14-16

Nabi’. (a) Esta é a principal palavra hebraica para "profeta", e ocorre 316 vezes no AT. Nabi’im é sua forma no plural. Embora a origem da palavra não seja clara, o significado do verbo hebraico "profetizar" é: "emitir palavras abundantemente da parte de Deus, por meio do Espírito de Deus" Sendo assim, o nabi’ era o porta-voz que emitia palavras sob o poder impulsionador do Espírito de Deus. A palavra grega prophetes, da qual se deriva a palavra "profeta" em português, significa "aquele que fala em lugar de outrem". Os profetas falavam, em lugar de Deus, ao povo do concerto, baseados naquilo que ouviam, viam e recebiam da parte dEle. (b) No AT, o profeta também era conhecido como "homem de Deus" (ver 2Rs 4.21 nota), "servo de Deus" (cf. Is 20.3; Dn 6.20), homem que tem o Espírito de Deus sobre si (cf. Is 61.1-3), "atalaia" (Ez 3.17), e "mensageiro do Senhor" (Ag 1.13).
Ro’eh. Este substantivo, traduzido por "vidente", em português, indica a capacidade especial de se ver na dimensão espiritual e prever eventos futuros. O título sugere que o profeta não era enganado pela aparência das coisas, mas que as via conforme realmente eram — da perspectiva do próprio Deus. Como vidente, o profeta recebia sonhos, visões e revelações, da parte de Deus, que o capacitava a transmitir suas realidades ao povo.


III – O Ministério
Samuel presidiu uma congregação de profetas .
No final do período dos juizes e inicio do período monárquico, em Israel, aparecia a primeira escola de profetas (1 Sm 10.5,10; 19.19-23 ). Isso introduz o papel importante que o profeta exerceria na historia da nação. Ele seria consultado pelos os reis como representantes de Deus para com o povo. Este profeta falaria ao rei através dos oráculos. Esse período para os profetas, em Israel, é marcado por respeito e reverência por parte da nobreza e do povo (1 Sm 16.4,5).
A missão do profeta não estava baseada apenas numa vida espiritual com princípios rigorosos, pois além da sua chamada específica, se esperava do profeta uma vida exemplar e condizente com aquilo que ele pregava. A bíblia nos da um exemplo de um profeta que teve sua vida observada por uma mulher (II Re 4.9)
Mas, a excelência das visões e revelações levou estes grandes homens de Deus a pagarem um alto preço em seus ministérios. Quando Natã, o profeta, teve por incumbência de falar com o rei Davi sobre o seu pecado, ele usou de muita sabedoria ao usar uma parábola para fazer com que o rei entendesse o seu pecado, mas finalmente veio o profeta; “Então disse Natã a Davi: “Porque, pois, desprezaste a palavra do SENHOR, fazendo o mal diante de seus olhos? A Urias, o heteu, feriste à espada, e a sua mulher tomaste por tua mulher; e a ele mataste com a espada dos filhos de Amom”. ( II Sm 12.9) . Neste momento, em que o rei Davi ouvia do profeta que era ele o transgressor, ouviu também a sentença pelo seu pecado vers 14.
O ministério dado por Deus aos seus servos levou a estes homens a pregarem a várias gerações que não conheciam o Senhor. O motivo que levou a estes profetas a pregarem a palavra verdadeira era uma só, fazer valer a palavra do Senhor Deus de Israel. Sempre existiram no passado, aqueles que não temeram reis, príncipes, sacerdotes nem a própria morte, para que através da palavra profética alcançar que alguns chegassem ao arrependimento ( Elias, Jeremias ).
A propagação da verdadeira profecia, como pode ser verificada, é uma ordenação divina que era paulatinamente falada aos ouvidos de todo o Israel (Jr 35.15). Os profetas de um modo geral eram tidos como pessoas importantes na sociedade .Os profetas não eram simplesmente indivíduos perceptivos no sentido político ou social. Eles eram pessoas que, pela revelação de Deus possuíam um conhecimento maior dos eventos históricos daquele período para aos quais eram enviados. Os profetas tinham o dever de falarem apenas aquilo que lhes era autorizado pelo Senhor (I Rs 13.9), assim a palavra do Senhor haveria de ser aceita por todos (I Re 18.39).
Algo recorrente na vida dos profetas do Antigo Testamento é que sempre surgiram em tempos de crise espiritual. Com objetivo de levar a poderosa palavra de Deus, tais homens foram hostilizados, criticados e até mortos (Mt 23.37). Mas alguns destes profetas conseguiram com que o povo, mesmo que por pouco tempo, voltassem para o caminho do Senhor, e retardassem os castigos divinos.
No período da monarquia dividida, surge o então conhecido movimento de profetas em Israel que tecnicamente, em Teologia, é chamado de Profetismo. Esse movimento tinha o objetivo de restaurar o monoteísmo hebreu. Os profetas desse período combatiam a idolatria, denunciavam as injustiças sociais, proclamavam o Dia do Senhor com o objetivo de reacender a esperança messiânica no povo. Esse movimento iniciou em Amós encerrando, cronologicamente com Malaquias. Esse período, diferentemente do anterior, caracterizado pelo sofrimento e marginalização que os profetas eram condicionados a passar. De homens dignos de reverência passaram, os profetas, a homens “dignos” de tratamentos mais baixos possíveis. Isso porque a mensagem de tais profetas ia de encontro aos interesses escusos das lideranças religiosas e políticas de Israel e Judá (Hb 11.36-38).
Que tipo de pessoa era o profeta do AT?
(1) Era alguém que tinha estreito relacionamento com Deus, e que se tornava confidente do Senhor (Am 3.7). O profeta via o mundo e o povo do concerto sob a perspectiva divina, e não segundo o ponto de vista humano.
(2) O profeta, por estar próximo de Deus, achava-se em harmonia com Deus, e em simpatia com aquilo que Ele sofria por causa dos pecados do povo. Compreendia, melhor que qualquer outra pessoa, o propósito, vontade e desejos de Deus. Experimentava as mesmas reações de Deus. Noutras palavras, o profeta não somente ouvia a voz de Deus, como também sentia o seu coração (Jr 6.11; 15.16,17; 20.9).

(3) À semelhança de Deus, o profeta amava profundamente o povo. Quando o povo sofria, o profeta sentia profundas dores (ver O LIVRO DAS LAMENTAÇÕES). Ele almejava para Israel o melhor da parte de Deus (Ez 18.23). Por isso, suas mensagens continham, não somente advertências, como também palavras de esperança e consolo.
(4) O profeta buscava o sumo bem do povo, i.e., total confiança em Deus e lealdade a Ele; eis porque advertia contra a confiança na sabedoria, riqueza e poder humanos, e nos falsos deuses (Jr 8.9,10; Os 10.13,14; Am 6.8). Os profetas continuamente conclamavam o povo a viver à altura de suas obrigações conforme o seu concerto estabelecido com Deus, para que viesse a receber as bênçãos da redenção.

(5) O profeta tinha profunda sensibilidade diante do pecado e do mal (Jr 2.12,13, 19; 25.3-7; Am 8.4-7; Mq 3.8). Não tolerava a crueldade, a imoralidade e a injustiça. O que o povo considerava leve desvio da Lei de Deus, o profeta interpretava, às vezes, como funesto. Não podia suportar transigência com o mal, complacência, fingimento e desculpas do povo (32.11; Jr 6.20; 7.8-15; Am 4.1; 6.1). Compartilhava, mais que qualquer outra pessoa, do amor divino à retidão, e do ódio que o Senhor tem à iniqüidade (cf. Hb 1.9 nota).

(6) O profeta desafiava constantemente a santidade superficial e oca do povo, procurando desesperadamente encorajar a obediência sincera às palavras que Deus revelara na Lei. Permanecia totalmente dedicado ao Senhor; fugia da transigência com o mal e requeria fidelidade integral a Deus. Aceitava nada menos que a plenitude do reino de Deus e a sua justiça, manifestadas no povo de Deus.

(7) O profeta tinha uma visão do futuro, revelada em condenação e destruição (e.g., 63.1-6; Jr 11.22,23; 13.15-21; Ez 14.12-21; Am 5.16-20,27, bem como em restauração e renovação (e.g., 61– 62; 65.17–66.24; Jr 33; Ez 37). Os profetas enunciaram grande número de profecias acerca da vinda do Messias (ver o diagrama das PROFECIAS DO ANTIGO TESTAMENTO CUMPRIDAS EM CRISTO).

(8) Finalmente, o profeta era, via de regra, um homem solitário e triste (Jr 14.17,18; 20.14-18; Am 7.10-13; Jn 3– 4), perseguido pelos falsos profetas que prediziam paz, prosperidade e segurança para o povo que se achava em pecado diante de Deus (Jr 15.15; 20.1-6; 26.8-11; Am 5.10; cf. Mt 23.29-36; At 7.51-53). Ao mesmo tempo, o profeta verdadeiro era reconhecido como homem de Deus, não havendo, pois, como ignorar o seu caráter e a sua mensagem.
A MENSAGEM DOS PROFETAS DO ANTIGO
(1) A natureza de Deus. (a) Declaravam ser Deus o Criador e Soberano onipotente do universo (e.g., 40.28), e o Senhor da história, pois leva os eventos a servirem aos seus supremos propósitos de salvação e juízo (cf. Is 44.28; 45.1; Am 5.27; Hc 1.6). (b) Enfatizavam que Deus é santo reto e justo, e não pode tolerar o pecado, iniqüidade e injustiça. Mas a sua santidade é temperada pela misericórdia. Ele é paciente e tardio em manifestar a sua ira. Sendo Deus santo, em sua natureza, requer que seu povo seja consagrado e santo ao SENHOR (Zc 14.20; cf. Is 29.22-24; Jr 2.3). Como o Deus que faz concerto, que entrou num relacionamento exclusivo com Israel, requer que seu povo obedeça aos seus mandamentos, como parte de um compromisso de relacionamento mútuo.

(2) O pecado e o arrependimento. Os profetas do AT compartilhavam da tristeza de Deus diante da contínua desobediência, infidelidade, idolatria e imoralidade de seu povo segundo o concerto. E falavam palavras severas de justo juízo contra os transgressores. A mensagem dos profetas era idêntica a de João Batista e de Cristo: "arrependei-vos, senão igualmente perecereis". Prediziam juízos catastróficos, tal

como a destruição de Samaria, pela Assíria (e.g. Os 5.8-12; 9.3-7; 10.6-15), e a de Jerusalém por babilônia (e.g., Jr 19.7-15; 32.28-36; Ez 5.5-12; 21.2, 24-27).

(3) Predição e esperança messiânica. (a) Embora o povo tenha sido globalmente infiel a Deus e aos seus votos, segundo o concerto, os profetas jamais deixaram de enunciar-lhe mensagens de esperança. Sabiam que Deus cumpriria os ditames do concerto e as promessas feitas a Abraão através de um remanescente fiel (ver o estudo O CONCERTO DE DEUS COM ABRAÃO, ISAQUE E JACO). No fim, viria o Messias, e através dEle, Deus haveria de ofertar a salvação a todos os povos. (b) Os profetas colocavam-se entre o colapso espiritual de sua geração e a esperança da era messiânica. Eles tinham de falar a palavra de Deus a um povo obstinado, que, inexoravelmente rejeitavam a sua mensagem (cf. Is 6.9-13). Os profetas eram tanto defensores do antigo concerto, quanto precursores do novo. Viviam no presente, mas com a alma voltada para o futuro.

III – CLASSIFICAÇÃO
2 tipos de Profetas
Clássicos ou Escritores – Os que escreveram livros
Orais ou não literários – Não escreveram livros . Tiveram suas profecias registradas.
Essa classificação e apenas didática. Ambos os grupos desempenharam o mesmo oficio, todos falaram em nome de Deus e por Deus
Conclusão
O ministério profético no Antigo Testamento foi marcado pela presença de Deus na vida dos homens que se dedicaram na obra do Senhor. Que nestes últimos dias da igreja neste mundo, o Senhor Jesus Cristo possa levantar homens cheios da sua presença com ousadia e coragem para anuncia a verdadeira palavra de Deus. A sinceridade requerida de todos os santos profetas no Antigo Testamento continua válida em os nossos dias

10 MANDAMENTOS DO PAI

1-Lembra-te de que o lar foi formado por Deus no princípio da raça humana, para que nele o homem encontre toda a soma de felicidade na terra.
2 – Lembra-te de que o primeiro ataque de Satanás foi contra o lar, e que ele, através dos séculos, tem feito todo o esforço para destruí-lo.
3 – Não te esqueças de que Deus te colocou como cabeça do lar. Cumpre com firmeza os teus deveres de chefe de casa.
4 – Coloca o lar em primeiro lugar na lista das tuas prioridades. Ele deve ser mais importante do que qualquer outra coisa na vida
5 – Cumpre a tua responsabilidade de providenciar o suprimento material, moral e espiritual para o teu lat.
6 – Ŝe pródigo em dispensar à tua esposa e a teus filhos o amor que eles precisam, tanto por palavras como por obras.
7 – Considera sempre teus filhos como pedras preciosas que precisam ser lapidadas, constantemente, a fim de que se tornem o adorno do qual te possas orgulhar sempre.
8 – Procura viver de tal maneira que os teus filhos possam seguir os teus passos, tranquilos e confiantes.
9 – Mantém sempre aberta a linha de comunicação do lar, através da qual desentendimentos e problemas – que porventura surjam – possam ser resolvidos alegremente.
10 – Lembra-te de que a tarefa que Deus te deu é pesada demais para te desincumbires dela sozinho. Por isso, busca orientação divina através da oração e da leitura da Palavra de Deus, a qual não somente é o “mapa” que nos mostra como chegar aos céus, mas também a “bússola” que nos ensina como nos conduzir na terra!
Fonte: Lições Bíblicas, 3° Trimestre de 1987, capa– Walter Kaschel

segunda-feira, 28 de junho de 2010

DEVOCIONAL DIARIO

"O SENHOR é bom, é fortaleza no dia da angústia e conhece os que nele se refugiam." Naum 1:7

Pensamento: Deus é bom, Ele é bom, não há mau nenhum no Senhor, e tudo que Ele é faz também é bom. Ele nos criou e por isso nos conhece, somos resultado de um plano perfeito de Deus. E neste plano Deus só colocou coisas boas, se estamos sofrendo alguma aflição é porque deixamos o caminho do Senhor. No dia da angústia, Deus está ao nosso lado, Ele nos livra da tribulação, por isso devemos nos refugiar nEle.

Oração: Pai querido, como sempre mais uma vez vejo o cuidado e a proteção do Senhor em minha vida. Obrigado pela Sua bondade comigo. Perdoa pelas vezes que deixei Seu caminho e me envolvi com coisas que não eram da Sua vontade. Trata minhas emoções para que eu entenda que as aflições são passageiras e a vitória é garantida. Em nome de Jesus. Amém.

ELE ESCOLHEU OS PROBLEMATICOS

Mateus 11.28 e um dos mais conhecidos versiculos da biblia e retrata uma grande verdade, Jesus escolheu os problematicos(ele andava atras de problematicos). Aqueles que ninguem escolheria, eram seu alvo. A mateus , o publicano disse :" Segue-me".Mateus trabalhava para o Império Romano, ele era um Cobrador de Impostos, num tempo de opressão. Pra gente ter uma idéia era como se um judeu trabalhasse para Hitler, na 2ª Guerra.O próprio Mateus sabia quem era, sabia que os judeus "da gema" o repudiavam, ninguem comeria na mesma mesa com ele. Ele carregava o fardo de trair a sua própria casa, o Mestre sabia disso e sabia que ele precisa de ajuda. Jesus fez um convite um tanto simples: Segue-me! E imediatamente Mateus o seguiu.Jesus mostrou o simples fato de que Deus:Escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias,Escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes,Escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são.Para que ninguém se exalte, se glorie.Jesus também mostrou isso no seu andar, Ele estava com aqueles que ninguém mais queria estar,Ele andou com aqueles que queremos distância.Isso me leva a pensar que se não amamos, se julgamos, se nos distanciamos de qualquer sub-grupo marginalizado, deve ter alguma coisa errada quando nós denominamos discipulos dEle? Ele não teve preconceitos, mostrou que é dos nossos. Então, sejamos simplimente sal, como Ele, dando gosto a vida de qualquer um que estiver em nossa caminhada. Não podemos ser mais como sal dentro do saleiro.Nele, que veio para os pequenos, pobres, pecadores...Nele, que dá paz qualquer homem, que atende ao seu Segue-me!

6 coisas que Jesus quer da sua igreja

Ontem preguei e fiz uma reflexão sobre os desejos de Jesus para sua igreja. São muitos e baseando-me no texto de Atos 3.1-11 falei de alguns desejos.
1 - Unidade
2 - Oração
3 - Compaixão
4 - Causar Expectativa, provocar esperança
5 - Fé
6 - Anunciar o nome de Jesus

Essa era a atmosfera daquela igreja, não me admira que ela marcou sua geração e nos causa suspiros, pois queriamos(e queremos) ser e ter o que eles tiveram.
Jesus não mudou(Hb 13.8). Podemos ser mais do que somos, fazer mais que do que ja fizemos e conquistar mais do que ja conquistamos.
Lembre-se o Poder e de Deus mas o quer ser e fazer e nosso.
Deus abençoe.

terça-feira, 15 de junho de 2010

JESUS DISSE

Quando jejuarem, não mostrem uma aparência triste como oshipócritas, pois eles mudam a aparência do rosto a fim de que osoutros vejam que eles estão jejuando. Eu lhes digo verdadeiramenteque eles já receberam sua plena recompensa. Ao jejuar, arrume ocabelo e lave o rosto, para que não pareça aos outros que você estájejuando, mas apenas a seu Pai, que vê em secreto. E seu Pai, quevê em secreto, o recompensará.” -- Mateus 6:16-18

PENSAMENTO: O jejum, a oração, e a ajuda a pessoas necessitadas são todosserviços que devem ser prestados a Deus - para seu agrado, para seupropósito e para sua honra. Mas, quando nós nos preocupamos como oreconhecimento de homens pelo nosso serviço, quem recebe a atençãoe honra somos nós. O Serviço Secreto do governo dos EUA tem como umdos seus principais objetivos a proteção do Presidente, seusfamiliares e outros governantes importantes. O aspecto “secreto”deste grupo não se refere a um trabalho oculto como espionagem,porém, à discreção dos agentes ao desempenhar seu trabalho. Osagentes desse serviço trabalham sem uniforme, em traje comum.Grande parte do sucesso do trabalho deles depende justamente delesnão serem vistos. O Presidente pode aparecer, e muitos vão daratenção a ele. Mas, os homens que servem a ele não devem aparecer.Ao contrário, devem ser invisíveis. Podemos olhar para nossoserviço Cristão de forma parecida. Para que o Rei receba a atençãoe para que a glória seja dada a Deus, nós temos que fazer o nossoserviço em secreto. Caso contrário, quem chama a atenção somos nós.Quem recebe a glória somos nós. Então temos que decidir quem devereceber a glória e de quem queremos receber nosso reconhecimento.Como vai seu serviço secreto?

ORAÇÃO: Maravilhoso Deus, o Senhor merece toda honra e glória. Ajude-mea mostrar que qualquer coisa que há de louvável em mim foi umadádiva do Senhor. Que Jesus receba todo o reconhecimento que Elemerece por meio da minha vida. Em nome do Cristo eu oro. Amém.